quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Possibilidades em expansão


Para onde vamos? Para onde a tecnologia irá nos levar? Para onde a tecnologia quer ir?
O prêmio Nobel de Física de 2011 foi conferido a três cientistas (um deles esteve há poucos dias no Brasil) que descobriram que a velocidade de expansão do universo está aumentando e não diminuindo, como se pensava anteriormente. A ‘tecnologia’ é parte desse processo, da ‘aventura cósmica’ que se iniciou com o big bang e que irá em frente, quando não mais estivermos aqui (quem estará?). 
A idéia de que energia, matéria, vida e informação fazem parte de um mesmo continuum está no cerne do argumento desta bela obra. Pensando em uma 'lógica sistêmica', tem a sacada que a medida que atingirmos um determinado ponto nessa jornada, novas 'propriedades' surgirão no sistema que é o technium (ótimo, ótimo nome), novos 'problemas' e oportunidades para nós. Acima de todo, ao longo do caminho, novas possibilidades (que não tínhamos antes), surgirão ou se abrirão.
Selecionei alguns filmes para ver a partir de indicações do Kevin Kelly. Como eu, o cara gosta de assistir documentários (ele certamente assiste bem mais do que eu...). Gosto muito da Wired. Mas nunca havia lido um livro dele, somente artigos em revistas e posts no blog (ou melhor... nos seus vários blogs).
Este é um dos livros que mais me inspirou recentemente. Gostei, muito mesmo! Deu vontade de voltar a estudar de forma estruturada/formal. Recomendo, recomendo mesmo! Instiga a curiosidade!
Recomendo também o vídeo de um 'papo' do KK sobre o livro! Vale assistir!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Somos todos hilários

Rir de sí mesmo é fundamental. Pra mim, é sinal de sanidade. Se não rio de mim é porque não estou com "a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo".
Somos todos caricaturas de nossas  auto imagens. O Veríssimo é mestre em capturar as maluquices, ironias e estranhezas que estão por aí.
Ri bastante com este pequenino livro.
Voltou o LF Veríssimo à ativa. Muito bom. Welcome back!

Correndo riscos

Empreender é correr riscos. Implica em apostar o seu tempo, energia e dinheiro!
São muitos os dilemas.... Ter ou não ter sócios? Investir em marketing ou desenvolvimento de produto? Contratar um funcionário ou não? Procurar um investidor ou bancar do próprio bolso/patrimônio? Quando acelerar o negócio? Quando desistir? Como saber se está indo bem?
Há uma enorme diferença entre empreender e escrever sobre empreendedorismo. Muita gente que escreve nunca empreendeu de fato, não fala dos seus erros, limita-se a comentar 'modelos abstratos'.
Há também uma lacuna grande na construção do ecossistema de inovação e empreendedorismo (são coisas diferentes, que eu aqui conjugo, pois entendo que o 'elo perdido' para destravar a inovação no Brasil não diz respeito à tecnologia, mas sim às estruturas e competências de negócios) brasileiro: faltam circuitos para disseminar conhecimentos relevantes para quem empreende. Mentoria ainda é uma coisa relativamente nova e escassa no Brasil.
Este livro é uma bela compilação de conhecimentos. É relevante. É prático. É útil. Traz as ideias e experiências de gente que fez, errou, acertou, aprendeu, está procurando aprender, estudou, formulou, pensou sobre as experiências suas e de outros... É um ótimo mix. Destaco as reflexões sobre investimentos, sócios, busca de investidores.
Gostei. Vou conversar com os meus sócios e possíveis investidores!

Sobre genes, bits e cifrões


Biologia é cada vez menos sobre dissecar e conhecer espécies de plantas e animais e como se comportam... e cada vez mais sobre a manipulação de grandes massas de dados. 'Big data'... é a moda de gestão e tecnologia da vez.
Você concorda? Discorda? Não tem nem ideia? Um pouco sim e um pouco não?
Não importa... o que interessa é perceber que, a despeito do ponto no qual nos encontramos, existem dois movimentos em curso: (i) a convergência da biologia com a informática e (ii) o crescimento exponencial da capacidade de processamento de dados – e com isso uma redução exponencial no custo de fazer o sequenciamento do DNA, por exemplo.
Esses dois movimentos trarão consigo muitas novidades.
Já estamos (nós, humanos) engendrando novos organismos, ainda que de forma grosseira – conseguimos alterar somente algumas características ou ‘criar’ coisas (opa... coisas não, proteínas.. células...) ainda simples. Mas certamente faremos mais. Muito mais. Não há como barrar o avanço da tecnologia. Veremos muita coisa nova de biotecnologia, terapias gênicas, engenharia genética, clonagem, bioengenharia etc. acontecer nos próximos anos, de forma crescentemente crescente – ou seja, exponencial.
Existirão coisas boas e ruins... Poderemos curar muitas doenças hoje sem tratamento, mas também criar novas ameaças e aumentar a diferença entre ‘os que tem’ e ‘os que não tem’. Com a possibilidade de manipulação genética, certamente será possível, em algum ponto no futuro, engendrar ‘seres humanos’ mais longevos, inteligentes, magros, bonitos e fortes. Faremos isso? Alguém fará isso! Basta a tecnologia estar disponível (e estará) para que isso seja feito. Faz parte da natureza humana.
Esta edição da bela The Atlantic traz uma fantástica matéria sobre biotecnologia... Não se trata da lenga-lenga sobre biotecnologia que escutamos e lemos muitas vezes por aqui abaixo do Equador. Quem dominará a biotecnologia no futuro não é quem possui os ativos naturais, mas sim quem controla os ativos de conhecimento e tem capacidade tecnológica. Na medida em que os preços dos ativos tecnológicos são reduzidos, muitos mais terão acesso a biotecnologias que hoje são ‘de ponta’. Novos dilemas, desafios, oportunidades, riscos, problemas e aventuras estão por vir.
Prepare-se!
E pense em tudo isso da próxima vez quando espirrar. 
Em 2013 e nos anos que virão...

domingo, 23 de dezembro de 2012

Vinhos


Estou saindo de férias e vou tomar vinhos.
Esta edição da Wired de Novembro de 2012 (quase já é do ano passado...) tem uma matéria bem legal sobre vinhos. Ou melhor, sobre tecnologia aplicada à produção vitivinícola. Very cool... cool cai bem com vinhos brancos e espumantes. Falando nisso... Você conhece os brasileiros? Gosto muito do que é feito no Vale dos Vinhedos! Vale beber! Comer, passear e rir também!
Vale dos Vinhedos... bons vinhos, bons passeios! Gostei muito, muito mesmo do Dia de Colheita da Pizzato. Repetirei a dose... ou melhor, as (várias) doses, de brancos, tintos, rosés!
Meu destino para as férias curtas não será o RS desta vez. De qualquer sorte, precisarei pegar um avião, que não será do Elon Musk e que eu espero que não apresente nenhuma falha.
Como já deu para perceber, tudo é pretexto para escrever sobre coisas e pessoas tecnológicas. Espero que em 2013 possa fazer mais disto, direto da Califórnia, se o pessoal da Singularity University gostar da minha application!
Que venha 2013!

Das Arábias


Gosto muito do mundo árabe... dos sons, dos sabores, das pessoas.
Aqui no Brasil, conhecemos muito pouco desse universo, apesar de muitas coisas da nossa civilização terem origem lá; inclusive muitos amigos, no meu caso.
As mulheres são um capítulo à parte no mundo árabe. Misteriosas, fortes & educadas (todas as que conheci em posições de liderança são super qualificadas e tem opiniões fortes...) e possuidoras de olhos lindos.
É incrível o que foi feito em lugares como Abu-Dhabi e Dubai... Somente Dubai recebe entre 2 a 3 vezes mais turistas estrangeiros que o Brasil inteiro. Dubai tem 2,5 milhões de habitantes e é uma cidade! É um feito notável erguer aqueles locais do zero, no meio do deserto, atrair tanta gente, sediar tantas coisas interessantes... de eventos de esportes a negócios, de reuniões científicas a culturais. Atenção: o dinheiro não explica tudo! É preciso mais, muito mais!

Pois bem... gostei das coisas que vi neste livro. Em especial, as obras das moças: Najat, Karima, Shaikha, Ebtisam...
Vale conhecer!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Consumidor


IDEC cumpre um papel importante. conhecia de longe, em 2011 tornei-me sócio. 
Certamente temos muito o que aprender e exercitar para fortalecer nossa inda cidadania. E neste caso do 'atendimento ao consumidor'... para não perder tempo, dinheiro e paciência.
Faz parte da trajetória de qualquer sociedade construir instituições da sociedade civil relevantes. Essa me parece ser uma delas. 
Alem de tudo, a Revista do IDEC traz informações relevantes para todos, consumidores; vale conhecer.
Consumidores do Brasil, uni-vos!